
My Chemical Romance e a turnê The Black Parade no Brasil
A banda americana supera expectativa dos fãs com shows eletrizantes em São Paulo e Rio
Mais incrível do que a qualidade do som, da performance, dos sucessos e da presença de palco do grupo – sobretudo do vocalista Gerard Way -, foi o entrosamento quase empático entre banda e público. Os fãs sabiam todas as letras, imitavam os gestos e respondiam, sincronizados, aos incentivos do cantor, que também não fez feio, conversando, agradecendo, interagindo e pegando, de bom grado, tudo o que jogavam no palco – camisetas, bilhetes, lenços entre outras coisas. O cenário lembrava os históricos shows de antigamente: muitos gritos, lágrimas e desmaios. Todos de felicidade, claro.
Em apresentações com cerca de 1h40 de duração, os meninos tocaram as músicas do disco The Black Parade e algumas dos discos anteriores - I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love e Three Cheers For Sweet Revenge – sob a vibração contínua da platéia.
O público era na maioria adolescente. Muitos acompanhados dos pais que, vez ou outra, arriscavam cantar junto nos refrões e ensaiavam alguns passos mais tímidos, contagiados pela força da música e alegria da platéia que, a despeito das músicas mais sombrias – marca registrada do grupo –, manteve-se constante.
A banda alternou entre hardcores e baladas com canções que, sem dúvida, estavam na ponta da língua de cada espectador: I'm Not OK (I Promise), Welcome to the Black Parade e I Don't Love You foram alguns dos sucessos que arrancaram gritos e lágrimas. E ainda houve um momento mais do que especial quando Gerard dedicou a música Teenagers ao desenhista brasileiro Gabriel Bá, seu parceiro na HQ The Umbrella Academy, publicada nos Estados Unidos.
Sob os pedidos incessantes da platéia, a banda, na famosa volta final, encerrou o show com a tão esperada Helena, fechando com chave de ouro noites de emoções. “So long and good night!”.
Em apresentações com cerca de 1h40 de duração, os meninos tocaram as músicas do disco The Black Parade e algumas dos discos anteriores - I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love e Three Cheers For Sweet Revenge – sob a vibração contínua da platéia.
O público era na maioria adolescente. Muitos acompanhados dos pais que, vez ou outra, arriscavam cantar junto nos refrões e ensaiavam alguns passos mais tímidos, contagiados pela força da música e alegria da platéia que, a despeito das músicas mais sombrias – marca registrada do grupo –, manteve-se constante.
A banda alternou entre hardcores e baladas com canções que, sem dúvida, estavam na ponta da língua de cada espectador: I'm Not OK (I Promise), Welcome to the Black Parade e I Don't Love You foram alguns dos sucessos que arrancaram gritos e lágrimas. E ainda houve um momento mais do que especial quando Gerard dedicou a música Teenagers ao desenhista brasileiro Gabriel Bá, seu parceiro na HQ The Umbrella Academy, publicada nos Estados Unidos.
Sob os pedidos incessantes da platéia, a banda, na famosa volta final, encerrou o show com a tão esperada Helena, fechando com chave de ouro noites de emoções. “So long and good night!”.