Iron Maiden lota Parque Antártica e promete mais
Lendária banda emociona 40 mil fãs e mostra que ainda está em plena forma
Desde a noite de quinta-feira, 28 de fevereiro, várias barracas já rodeavam o Parque Antártica na fila pelo mais do que aguardado show do Iron Maiden, cujos ingressos foram esgotados no fim de 2007, na primeira semana de vendas.
A apresentação, que aconteceu no domingo, 2 de março, foi impecável em todos os sentidos. Nem a chuva forte tirou a animação do público. Além do estádio lotado, tinha gente nas janelas, sacadas e coberturas dos prédios vizinhos, aproveitando a vista privilegiada.
A abertura do show ficou por conta de Lauren Harris - filha do baixista Steven Harris - e sua banda, que entraram pontualmente às 19h e cumpriram muito bem o papel de animar a platéia e aquecê-la para o grande espetáculo.
Às 20h, sob gritos e aplausos dos fãs, entram no palco Bruce Dickinson (vocais), Steve Harris (baixo), Dave Murray, Adrian Smith, Janick Gers (guitarras) e Nicko McBrain (bateria).
A banda britânica abre o show com “Aces High” seguida pela sempre esperada “2 Minutes to Midnight”, já deixando o público bem satisfeito. A performance de Dickinson é um espetáculo à parte, conversa, brinca e agradece muito, sempre reverenciando os fãs brasileiros pelas bilheterias esgotadas em tempo recorde.
O público ainda agita com canções históricas como “Trooper”, “The Number of The Beast”, “Heaven Can Wait” e, claro, “Fear of the Dark”. Todas executadas com a perfeição que os fãs esperavam. A energia e entrosamento do grupo estavam bem evidentes: as três guitarras funcionaram muito bem juntas, acompanhadas pelo baixo explosivo de Harris e pela bateria cheia de personalidade de Nicko, que, aliás, quando foi apresentado por Dickinson ao público, ouviu um coro de seu nome.
Eddie, The Head
Apesar de sua aparição constante nas apresentações do Iron, o imenso robô surpreendeu o público com sua entrada na música “Iron Maiden”, como de costume. O mascote do grupo roubou a atenção da platéia e comprovou a estrutura cinematográfica do espetáculo.
O final e a promessa
A banda ainda retornou ao palco para o bis com “Moonchild”, “The Clairvoyant” e “Hallowed be thy name”, anunciando uma surpresa: a banda voltará ao Brasil em um ano com um show ainda maior.
Depois de 1h45 de apresentação, o Iron se despede sob os gritos e aplausos de 40 mil fãs. E, no dia seguinte, a banda embarca no avião de Bruce Dickinson - pilotado pelo próprio - rumo à Curitiba e Porto Alegre, mostrando que ainda tem fôlego e talento para muitos shows ainda.
A apresentação, que aconteceu no domingo, 2 de março, foi impecável em todos os sentidos. Nem a chuva forte tirou a animação do público. Além do estádio lotado, tinha gente nas janelas, sacadas e coberturas dos prédios vizinhos, aproveitando a vista privilegiada.
A abertura do show ficou por conta de Lauren Harris - filha do baixista Steven Harris - e sua banda, que entraram pontualmente às 19h e cumpriram muito bem o papel de animar a platéia e aquecê-la para o grande espetáculo.
Às 20h, sob gritos e aplausos dos fãs, entram no palco Bruce Dickinson (vocais), Steve Harris (baixo), Dave Murray, Adrian Smith, Janick Gers (guitarras) e Nicko McBrain (bateria).
A banda britânica abre o show com “Aces High” seguida pela sempre esperada “2 Minutes to Midnight”, já deixando o público bem satisfeito. A performance de Dickinson é um espetáculo à parte, conversa, brinca e agradece muito, sempre reverenciando os fãs brasileiros pelas bilheterias esgotadas em tempo recorde.
O público ainda agita com canções históricas como “Trooper”, “The Number of The Beast”, “Heaven Can Wait” e, claro, “Fear of the Dark”. Todas executadas com a perfeição que os fãs esperavam. A energia e entrosamento do grupo estavam bem evidentes: as três guitarras funcionaram muito bem juntas, acompanhadas pelo baixo explosivo de Harris e pela bateria cheia de personalidade de Nicko, que, aliás, quando foi apresentado por Dickinson ao público, ouviu um coro de seu nome.
Eddie, The Head
Apesar de sua aparição constante nas apresentações do Iron, o imenso robô surpreendeu o público com sua entrada na música “Iron Maiden”, como de costume. O mascote do grupo roubou a atenção da platéia e comprovou a estrutura cinematográfica do espetáculo.
O final e a promessa
A banda ainda retornou ao palco para o bis com “Moonchild”, “The Clairvoyant” e “Hallowed be thy name”, anunciando uma surpresa: a banda voltará ao Brasil em um ano com um show ainda maior.
Depois de 1h45 de apresentação, o Iron se despede sob os gritos e aplausos de 40 mil fãs. E, no dia seguinte, a banda embarca no avião de Bruce Dickinson - pilotado pelo próprio - rumo à Curitiba e Porto Alegre, mostrando que ainda tem fôlego e talento para muitos shows ainda.